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Quais são os materiais de Osteossintese?

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O QUE É INSTRUMENTAÇÃO CIRÚRGICA DA COLUNA VERTEBRAL?

Instrumentação em cirurgia da coluna  é definida como o uso de materiais tais como, parafusos, placas, pinos, hastes,  entre outros.

PORQUE SE UTILIZAM ESSES MATERIAIS DE OSTEOSSINTESE?

A utilização desses materiais têm como objetivo  imobilizar as articulações vertebrais durante a fusão e, assim, facilitar a consolidação da fusão intervertebral reduzindo a dor, a incapacidade e o tempo de afastamento das atividades laborais após a cirurgia. Têm como objetivo a manutenção da correção da deformidade obtida, assim como a manutenção das curvaturas fisiológicas durante a consolidação da fusão.

QUAIS AS DOENÇAS DA COLUNA QUE UTILIZAM A INSTRUMENTAÇAO VISANDO A FACILITAÇAO DA ARTRODESE?

Inicialmente a instrumentação foi utilizada para portadores de dor nas costas decorrentes de escoliose, fraturas, neoplasias ou infecções com destruição ósseas, nas falhas de fusão óssea prévia (pseudoartrose ).

Mas devido:

1.    a curva positiva de aprendizado do cirurgião com este instrumental,

2.    a não necessidade de imobilizar os pacientes com coletes gessados por períodos longos no pós operatorio,

3.    pela maior mobilização precoce dos paciente no pós operatório,

4.    pela alta precoce deste pacientes,

5.    pelo menor risco de complicações operatórias,

6.    e  apesar dos riscos cirúrgicos, por ser uma técnica que impõem maior risco neurológico e maior custo,

7.    o seu uso foi ampliado para doenças degenerativas da coluna (DDD), esperando-se o mesmo benefício conseguido.

ENTÃO, EM QUAIS DOENCAS DEGENERATIVAS DISCAIS (DDD)  COSTUMAMOS UTILIZAR A ARTRODESE INSTRUMENTADA?

NA ESPONDILOLISTESE que é o deslizamento para frente de uma vértebra sobre outra. A espondilólise é a presença de um defeito ósseo na parte interarticular que pode provocar a espondilolistese. É classificada em: Tipo I , II (congênita) e Tipo III (degenerativa, presente em pacientes idosos), Tipo IV (traumática) e Tipo V (neoplasia)

NA ESPONDILOSE CERVICAL/TORACICA/LOMBAR que é um processo generalizado de acometimento de toda a coluna cervical/torácica/lombar relacionada à degeneração crônica do disco.

NA ESTENOSE DEGENERATIVA DA COLUNA que é qualquer processo que promova o estreitamento do canal vertebral, dos recessos laterais ou do forame intervertebral que resulte em compressão de elementos neurais.

NA INSTABILIDADE DA COLUNA SECUNDÁRIA A doença degenerativa discal (DDD) que é definida como uma diferença de alinhamento maior de 5mm na coluna lombar ou torácica, ou uma diferença angular entre dois segmentos adjacentes maior de 11° de L1 para L5 ou maior de 15° entre L5-S1 comparada a L4-L5.

TODA ARTRODESE INSTRUMENTADA É REALIZADA SOB RADIOSCOPIAINTRAOPERATORIA.

QUAIS SÃO AS COMPLICAÇÕES RELACIONADAS A TÉCNICA DE INSTRUMENTAÇAO?

TAIS COMPLICAÇOES ESTÃO RELACIONADAS A COLOCAÇAO DO PARAFUSO PEDICULAR. (CONFORME O ESTUDO DE LOSTEIN)

1.    penetração do córtex do pedículo (2,2%),

2.    penetração no córtex anterior do corpo vertebral (2,8%),

3.    irritação da raiz nervosa pelo parafuso (1%)

4.    quebra do parafuso (0,5%).

5.    pseudoartrose ou aos próprios parafusos, necessitando remoção do material implantado (23%)

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